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Histórico
Panorama da Indústria Brasileira de Shopping Centers
Histórico

No Brasil, o primeiro Shopping Center foi inaugurado em 1966, seguido cinco anos mais tarde pelo Conjunto Nacional de Brasília, que foi desenvolvido pela ECISA e foi um dos primeiros Shopping Centers brasileiros a seguir os conceitos e padrões internacionais da indústria. Na década de 70, além do Conjunto Nacional de Brasília, cinco novos empreendimentos foram iniciados, mas foi a partir da década de 80 que a indústria de Shopping Centers iniciou seu grande impulso de crescimento, com o número de Shopping Centers aumentando consideravelmente até o final da década de 90, quando o ritmo de lançamento de novos empreendimentos começou a diminuir.

Desde 1966, o número de empreendimentos vem crescendo de forma acentuada, totalizando, em 31 de dezembro de 2006, atualmente 346 Shopping Centers, segundo a ABRASCE. São vários os fatores de crescimento dos Shopping Centers, como o crescimento urbano, a necessidade de maior segurança e maior conforto, as características climáticas brasileiras, a entrada da mulher na força de trabalho, a estabilidade econômica com a implementação do Plano Real, aumento da carteira de fundos de pensão que aumentou os investimentos em Shopping Centers, entre outros.

O gráfico abaixo mostra a evolução do número de Shopping Centers no Brasil a partir de 2000.

 

Segundo a ABRASCE, existiam, em 2006, aproximadamente 7,4 milhões de m² de ABL distribuídos nos 346 Shopping Centers por todo o Brasil. Em termos regionais, cerca de 60,6% do total de ABL encontra-se na região Sudeste, em conseqüência dessa região do País ser responsável por maior parte do PIB, concentrando os maiores índices de densidade populacional e de renda per capita.

Em uma análise mais detalhada, aproximadamente 40% do estoque encontra-se no estado de São Paulo e 13% no estado do Rio de Janeiro, historicamente os estados com melhores bases econômicas e maior concentração populacional, conforme dados da ABRASCE.

O índice médio de ABL per capita brasileiro é de cerca de 0,037 m2/hab. enquanto nos Estados Unidos esse índice é de 1,91 m2/hab, segundo National Research Bureau.

Os gráficos abaixo apresentam a evolução da ABL do País desde 2000 e sua distribuição regional em 2006:

 
Panorama da Indústria Brasileira de Shopping Centers

No Brasil, os Shopping Centers apresentam outros atrativos além da concentração de lojas e serviços diversificados em um só local, da disponibilidade de estacionamentos e a climatização dos ambientes. A sensação de segurança proporcionada e o abrigo contra as chuvas tropicais que irrompem justamente no período das festas natalinas, momento de maior concentração de vendas do ano, são fatores que levam as vendas de Shopping Centers a crescer em níveis superiores aos do varejo em geral.

O gráfico abaixo apresenta o indicativo dos motivos para gastos em Shopping Centers no Brasil in 2003.

 

Segundo dados da ABRASCE, a participação de Shopping Centers brasileiros representa aproximadamente 18% do volume de vendas do mercado de varejo nacional (excluindo automóveis), contrastando com percentuais de 70% e 30/35% nos Estados Unidos e na Europa, respectivamente. Esses números demonstram o notável potencial de crescimento do setor de Shopping Centers no Brasil.

Aliada à estabilização econômica do País, com a redução de taxas de juros, o Brasil apresenta um bom momento de sua economia. O aumento de consumo acima da taxa de inflação teve um impacto positivo nas vendas dos Shopping Centers brasileiros. O bom desempenho das vendas no mercado de varejo tem estimulado a procura por novos espaços em Shopping Centers e a redução no ritmo de inaugurações nos últimos cinco anos e a conseqüente oferta limitada de ABL adicional nos Shopping Centers não tem conseguido atender a demanda dos principais varejistas. Os níveis de vacância (3,0/4,0%) e inadimplência (8,0%) dos Shopping Centers diminuíram significantemente se comparados com anos anteriores, de acordo com o Valor Análise Setorial,. O gráfico a seguir mostra a evolução do faturamento do mercado de Shopping Centers no Brasil, através do qual podemos verificar o crescimento das vendas, em Reais e em Dólares, tendo sido estimado para o ano de 2006 um crescimento na ordem de 10%.

 

Uma importante característica do mercado brasileiro de Shopping Centers é a pulverização da propriedade, tanto em número de Shopping Centers, como em ABL. Os nove maiores grupos de empreendedores brasileiros possuem apenas 18,3% do número de Shopping Centers e 31,5% do ABL no Brasil.

Embora bastante pulverizado e diversificado, o segmento de Shopping Centers do País apresenta um nível de qualidade de especialização que se equipara aos melhores do mundo, sendo o Brasil o décimo país do mundo em número de Shopping Centers construídos, de acordo com a ABRASCE. Nos últimos cinco anos, o setor de Shopping Centers brasileiro observou uma tendência de buscar nichos de mercado com empreendimentos em formato de vizinhança e comunitários, de menor tamanho, e concentrados, principalmente, nas cidades de médio porte, consolidando uma tendência de interiorização. Outra tendência recente tem sido também no sentido de ampliar a função social e comunitária dos Shopping Centers, ofertando variados tipos de serviço, entretenimento, lazer e cultura. O conceito de Shopping Center se atualiza no tempo, através da alteração de seu perfil ou de formatos diferenciados de atuação.

Segundo ABRASCE, em 2006, a indústria de Shopping Centers vem demonstrando grande vitalidade, desempenhando importante papel na economia, como geradora de cerca de 524 mil empregos diretos e aumentando expressivamente a integração com a comunidade, por meio de ações sociais.

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